Ao rever minhas postagens antigas para a realização de novas reflexões, gostei muito de ter revisitado esta (link abaixo) :
http://peadportfolio156703.blogspot.com/2008/09/difcil-tarefa-de-trabalhar-na-educao-de.html
Essa postagem me fez perceber realmente meu crescimento profissional e pessoal, pois, no início do curso, a Educação de Jovens e Adultos era algo impossível para mim, não que pensasse que a modalidade de ensino não trouxesse resultados positivos, bem pelo contrário, mas pelo fato de não me sentir preparada para exercer este desafio, pensamento bem diferente de como sinto atualmente.
Após toda trajetória percorrida durante o curso e principalmente após a realização do estágio, que foi realizado em uma classe de alfabetização de adultos e da posterior realização do Trabalho de Conclusão de Curso cujo assunto foi EJA, é impossível não perceber meu crescimento !
Atualmente a EJA não me constrange, não é mais uma modalidade que me assusta, bem pelo contrário, após esse longo percurso, sinto-me tão preparada que não me imagino trabalhando com outra modalidade de ensino. Me realizei no estágio ! Além disso, a experiência adquirida me motivou de tal forma que quero aprofundar o assunto, estudar mais sobre a EJA !
Gostaria de mencionar alguns pontos que refleti durante este período:
O educador que atua em classes de educação de jovens e adultos, deve ter o cuidado de não somar novos elementos de exclusão, garantindo condições de permanência dos jovens e adultos na escola. Tanto escola como educadores, devem procurar diminuir a distância entre o que esperam os alunos e o que a escola lhes oferece. Além disso, a conscientização por parte dos educadores, que adultos analfabetos não são crianças, também é um elemento fundamental no processo de educação de jovens e adultos. É necessário que os métodos de ensino aplicados sejam próprios, adequados para atender a estes estudantes.
Considerando que as aprendizagens acontecem em função das necessidades e das vontades dos indivíduos no meio social em que estão inseridos e que quando a aprendizagem não tem sentido, o sujeito demora a internalizá-la, os educadores precisam ter muito cuidado na escolha do assunto a ser trabalhado, tendo em vista que esse deve trazer a intencionalidade de instigar os educandos a uma análise crítica de suas realidades para atuarem sobre elas.
Outro cuidado que os educadores que atuam nas classes de EJA precisam ter, é em relação a baixa auto-estima, característica muito freqüente encontrada nos alunos freqüentadores desta modalidade de ensino. Devido as situações de fracasso escolar vivenciadas pelos estudantes em suas passagens anteriores pela escola, eles retornam às salas de aula revelando uma auto imagem muito fragilizada, nestes casos, o papel do educador é determinante para evitar situações de novo fracasso escolar. É necessário que ele encontre maneiras de diminuir essa fragilidade e insegurança e uma forma, é através da valorização dos saberes que os alunos trazem, resgatando a sua auto imagem positiva, possibilitando a abertura de um canal de aprendizagem, com maiores garantias de êxito.
sábado, 4 de dezembro de 2010
domingo, 17 de outubro de 2010
Informática na educação
Revisitando a interdisciplina do eixo 1, Educação e Tecnologias da Comunicação e Informação:
A visita às páginas da interdisciplina oportunizaram novas reflexões sobre a utilização da Informática na Escola.
A influência contínua e acelerada da tecnologia originou a necessidade da utilização de ferramentas como o computador para finalidades pedagógicas na busca de aproximar a realidade social informatizada e a sala de aula. A utilização de computadores na educação traz muitos benefícios, pois, promove a autoestima, apoia o desenvolvimento cognitivo, desenvolve o raciocínio, possibilita o acesso a situações que propiciam a resolução de problemas, desenvolve a autonomia, a criatividade, o trabalho cooperativo, a linguagem, além de facilitar a integração interdisciplinar. O computador como ferramenta pedagógica enriquece as aulas, tornando-as mais desafiadoras, motivadoras e dinâmicas. Através de jogos educativos podem ser propostos desafios que estimulam os alunos e complementam a aula de forma lúdica. A internet possibilita a criação e manutenção de blogs, bem como a oportunidade da criação de apresentações em slides, tornando os alunos produtores de conteúdo e conhecimento. Além disso, através da internet é possibilitada a exposição de informações, a coleta de dados, bem como a oportunidade dos alunos interagirem através de e-mails e fóruns.
http://peadportfolio156703.blogspot.com/2010/05/midias-e-tecnologias-digitais-em.html
A visita às páginas da interdisciplina oportunizaram novas reflexões sobre a utilização da Informática na Escola.
A influência contínua e acelerada da tecnologia originou a necessidade da utilização de ferramentas como o computador para finalidades pedagógicas na busca de aproximar a realidade social informatizada e a sala de aula. A utilização de computadores na educação traz muitos benefícios, pois, promove a autoestima, apoia o desenvolvimento cognitivo, desenvolve o raciocínio, possibilita o acesso a situações que propiciam a resolução de problemas, desenvolve a autonomia, a criatividade, o trabalho cooperativo, a linguagem, além de facilitar a integração interdisciplinar. O computador como ferramenta pedagógica enriquece as aulas, tornando-as mais desafiadoras, motivadoras e dinâmicas. Através de jogos educativos podem ser propostos desafios que estimulam os alunos e complementam a aula de forma lúdica. A internet possibilita a criação e manutenção de blogs, bem como a oportunidade da criação de apresentações em slides, tornando os alunos produtores de conteúdo e conhecimento. Além disso, através da internet é possibilitada a exposição de informações, a coleta de dados, bem como a oportunidade dos alunos interagirem através de e-mails e fóruns.
http://peadportfolio156703.blogspot.com/2010/05/midias-e-tecnologias-digitais-em.html
Projeto Político Pedagógico
Revisitando a interdisciplina Escola, Projeto Pedagógico e Currículo, do eixo 1:
O Projeto Político Administrativo Pedagógico da escola é uma ferramenta gerencial onde estão definidas as suas prioridades estratégicas, seus princípios, suas normas, enfim, a sua identidade. O Projeto Político Pedagógico é um documento que indica as principais ferramentas que a escola possui para atingir seus objetivos, é um elemento organizador da prática. Através de sua construção, a escola pode indicar a direção que seguirá, a organização do seu trabalho educativo, bem como explicitar seus principais problemas, propor soluções e definir responsabilidades coletivas e individuais na superação desses problemas. O Projeto Político-Pedagógico deve ser elaborado, realizado e avaliado pelo coletivo da escola. Cada Projeto tem um determinado contexto histórico. Precisa ser flexível e prever regulares avaliações e reformulações.
http://peadportfolio156703.blogspot.com/2008/12/escola-como-instituio-pblica-sua.html
http://peadportfolio156703.blogspot.com/2008/10/alguns-pontos-interessantes-sobre.html
http://peadportfolio156703.blogspot.com/2009/01/como-construir-o-projeto-poltico.html
O Projeto Político Administrativo Pedagógico da escola é uma ferramenta gerencial onde estão definidas as suas prioridades estratégicas, seus princípios, suas normas, enfim, a sua identidade. O Projeto Político Pedagógico é um documento que indica as principais ferramentas que a escola possui para atingir seus objetivos, é um elemento organizador da prática. Através de sua construção, a escola pode indicar a direção que seguirá, a organização do seu trabalho educativo, bem como explicitar seus principais problemas, propor soluções e definir responsabilidades coletivas e individuais na superação desses problemas. O Projeto Político-Pedagógico deve ser elaborado, realizado e avaliado pelo coletivo da escola. Cada Projeto tem um determinado contexto histórico. Precisa ser flexível e prever regulares avaliações e reformulações.
http://peadportfolio156703.blogspot.com/2008/12/escola-como-instituio-pblica-sua.html
http://peadportfolio156703.blogspot.com/2008/10/alguns-pontos-interessantes-sobre.html
http://peadportfolio156703.blogspot.com/2009/01/como-construir-o-projeto-poltico.html
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Desafios da educação
Para a interdisciplina Escola, Projeto Pedagógico e Currículo, pertencente ao eixo 1, tivemos acesso a muitos textos fantásticos, porém, como gosto muito das idéias de Paulo Freire, gostaria de pontuar algumas de suas idéias trabalhadas na unidade de estudo 2.
Em Paulo Freire, uma presença, uma experiência, são apresentadas algumas idéias mais significativas do pensador e o que elas representam para os educadores, são elas:
Produção de conhecimento: todo indivíduo ao interagir com o mundo, estará compreendendo este mundo e produzindo conhecimentos, criando assim, a possibilidade de compreender melhor este mundo e de intervir com o mesmo.
Diálogo/Comunicação: o ser humano é crítico e comunicativo. Tanto o diálogo, quanto a comunicação são ferramentas necessárias para a reflexão e transformação da realidade.
Identidade cultural: cada indivíduo possui a sua identidade cultural e é necessário que saibamos respeitar tanto a identidade dos outros como a curiosidade deles a respeito daquilo que nossa cultura propõe.
Curiosidade: Segundo Freire, ela é a fonte do conhecimento. O educador precisa estimular a pergunta, a reflexão crítica sobre a mesma.
Realidade: é necessário diminuir a distância entre o contexto acadêmico e a realidade dos sujeitos.
Esta postagem não contém link por ser fruto de uma reflexão de um texto que foi revisto em 2010. Na época que o texto foi estudado, não foi realizada postagem sobre este assunto, por esta razão, achei interessante refletir e postar algo neste momento.
Em Paulo Freire, uma presença, uma experiência, são apresentadas algumas idéias mais significativas do pensador e o que elas representam para os educadores, são elas:
Produção de conhecimento: todo indivíduo ao interagir com o mundo, estará compreendendo este mundo e produzindo conhecimentos, criando assim, a possibilidade de compreender melhor este mundo e de intervir com o mesmo.
Diálogo/Comunicação: o ser humano é crítico e comunicativo. Tanto o diálogo, quanto a comunicação são ferramentas necessárias para a reflexão e transformação da realidade.
Identidade cultural: cada indivíduo possui a sua identidade cultural e é necessário que saibamos respeitar tanto a identidade dos outros como a curiosidade deles a respeito daquilo que nossa cultura propõe.
Curiosidade: Segundo Freire, ela é a fonte do conhecimento. O educador precisa estimular a pergunta, a reflexão crítica sobre a mesma.
Realidade: é necessário diminuir a distância entre o contexto acadêmico e a realidade dos sujeitos.
Esta postagem não contém link por ser fruto de uma reflexão de um texto que foi revisto em 2010. Na época que o texto foi estudado, não foi realizada postagem sobre este assunto, por esta razão, achei interessante refletir e postar algo neste momento.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Educação
Para a postagem de hoje, escolhi o texto “A educação como processo socializador: função homogeneizadora e função diferenciadora”, de Émile Durkheim, trabalhada na interdisciplina Escola, Cultura e Sociedade – uma abordagem sociocultural e antropológica.
O texto traz uma definição sobre a palavra educação e faz com que muitas sejam as reflexões, porém, gostaria de colocar alguns pontos que se destacaram para mim, nesta leitura:
Conforme o texto, segundo Kant, “o fim da educação é desenvolver em cada indivíduo, toda a perfeição de que ele seja capaz.” Concordo com essa afirmação, pois, cada indivíduo é um ser único, com suas experiências históricas, políticas, culturais e sociais. Alguns tem certas aptidões que outros não tem e vice versa, logo, essa “perfeição”vai depender de cada sujeito.
O meio em que as pessoas vivem e se relacionam, também influencia na educação, afinal, vivemos em um mundo de diversidades. Uma pessoa que freqüenta um grupo religioso, por exemplo, aprenderá os princípios daquela religião em específica, adotará certos hábitos, adorará deuses que não são comuns a outras religiões, ou seja, conhecerá o mundo de maneira diferente de outros sujeitos, desenvolverá a sua educação conforme lhe convém, a partir dos princípios vivenciados nos meios as quais está inserida.
Ao mesmo tempo em que os ambientes influenciam as aprendizagens e o livre arbítrio dos indivíduos frente a sua educação, existem certas aprendizagens e valores que são perpetuados das gerações mais velhas às gerações mais novas, gerando uma certa homogeneidade, diferente da heterogeneidade da educação apresentada anteriormente.
Esta postagem não contém link por ser fruto de uma reflexão de um texto que foi revisto em 2010. Na época que o texto foi estudado, não foi realizada postagem sobre este assunto, por esta razão, achei interessante refletir e postar algo neste momento.
O texto traz uma definição sobre a palavra educação e faz com que muitas sejam as reflexões, porém, gostaria de colocar alguns pontos que se destacaram para mim, nesta leitura:
Conforme o texto, segundo Kant, “o fim da educação é desenvolver em cada indivíduo, toda a perfeição de que ele seja capaz.” Concordo com essa afirmação, pois, cada indivíduo é um ser único, com suas experiências históricas, políticas, culturais e sociais. Alguns tem certas aptidões que outros não tem e vice versa, logo, essa “perfeição”vai depender de cada sujeito.
O meio em que as pessoas vivem e se relacionam, também influencia na educação, afinal, vivemos em um mundo de diversidades. Uma pessoa que freqüenta um grupo religioso, por exemplo, aprenderá os princípios daquela religião em específica, adotará certos hábitos, adorará deuses que não são comuns a outras religiões, ou seja, conhecerá o mundo de maneira diferente de outros sujeitos, desenvolverá a sua educação conforme lhe convém, a partir dos princípios vivenciados nos meios as quais está inserida.
Ao mesmo tempo em que os ambientes influenciam as aprendizagens e o livre arbítrio dos indivíduos frente a sua educação, existem certas aprendizagens e valores que são perpetuados das gerações mais velhas às gerações mais novas, gerando uma certa homogeneidade, diferente da heterogeneidade da educação apresentada anteriormente.
Esta postagem não contém link por ser fruto de uma reflexão de um texto que foi revisto em 2010. Na época que o texto foi estudado, não foi realizada postagem sobre este assunto, por esta razão, achei interessante refletir e postar algo neste momento.
sábado, 25 de setembro de 2010
Reflexão (2006)
Revisitando o primeiro semestre de curso e suas interdisciplinas, resolvi refletir novamente sobre o enfoque temático trabalhado na semana 10, a respeito da formação do professor, na interdisciplina Escola, Cultura e Sociedade.
A reflexão da semana era baseada no livro Pedagogia da Autonomia de Paulo Freire, excelente leitura, que apesar da edição datar 1996, trata do tema de forma muito atual.
No texto, o autor faz várias reflexões sobre a prática educativa, dentre as quais gostaria de destacar as seguintes:
“Ensinar não é transferir conhecimento” - O professor não deve transferir seus conhecimentos como verdade absoluta e inquestionável, de forma bancária, onde apenas se injetam conhecimentos aos educandos e sim, criar possibilidades para o aluno produzir e construir conhecimentos.
“Ensinar exige respeito aos saberes dos educandos” e “Ensinar exige saber escutar” - O professor precisa apostar constantemente no diálogo, como forma de aprendizagem. Escutar as histórias dos educandos é uma excelente forma de compreender o mundo em que vivem e o sentido que atribuem as suas experiências. É fundamental respeitar os saberes e fazeres que são verbalizados em sala de aula, pois, ao contar sua história, cada pessoa apresenta de alguma maneira a sua “leitura do mundo”. Esse espaço que o educador abre e a valorização das manifestações dos alunos, auxiliam na reflexão do educador frente ao que realmente tem relevância e mereça inclusão no currículo. Essa abertura auxilia também em outro ponto que Paulo Freire enfatiza em seu livro, “Ensinar exige reflexão crítica sobre a prática”, pois essa escuta atenta e respeitosa aos sentidos e significados atribuídos à escola pelos alunos, possibilitam (re)(des)construções da prática pedagógica.
Esta postagem não contém link para uma postagem anterior específica, por ser fruto de uma reflexão de um texto que foi revisto em 2010. Na época que o texto foi estudado, não foi realizada postagem sobre este assunto, por esta razão, achei interessante refletir e postar algo neste momento.
A reflexão da semana era baseada no livro Pedagogia da Autonomia de Paulo Freire, excelente leitura, que apesar da edição datar 1996, trata do tema de forma muito atual.
No texto, o autor faz várias reflexões sobre a prática educativa, dentre as quais gostaria de destacar as seguintes:
“Ensinar não é transferir conhecimento” - O professor não deve transferir seus conhecimentos como verdade absoluta e inquestionável, de forma bancária, onde apenas se injetam conhecimentos aos educandos e sim, criar possibilidades para o aluno produzir e construir conhecimentos.
“Ensinar exige respeito aos saberes dos educandos” e “Ensinar exige saber escutar” - O professor precisa apostar constantemente no diálogo, como forma de aprendizagem. Escutar as histórias dos educandos é uma excelente forma de compreender o mundo em que vivem e o sentido que atribuem as suas experiências. É fundamental respeitar os saberes e fazeres que são verbalizados em sala de aula, pois, ao contar sua história, cada pessoa apresenta de alguma maneira a sua “leitura do mundo”. Esse espaço que o educador abre e a valorização das manifestações dos alunos, auxiliam na reflexão do educador frente ao que realmente tem relevância e mereça inclusão no currículo. Essa abertura auxilia também em outro ponto que Paulo Freire enfatiza em seu livro, “Ensinar exige reflexão crítica sobre a prática”, pois essa escuta atenta e respeitosa aos sentidos e significados atribuídos à escola pelos alunos, possibilitam (re)(des)construções da prática pedagógica.
Esta postagem não contém link para uma postagem anterior específica, por ser fruto de uma reflexão de um texto que foi revisto em 2010. Na época que o texto foi estudado, não foi realizada postagem sobre este assunto, por esta razão, achei interessante refletir e postar algo neste momento.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Começando o TCC
Considerando que o Trabalho de Conclusão de Curso deve consistir em um relato e análise das experiências construídas ao longo do curso, bem como as vivenciadas durante o período de estágio, e que o ponto de partida para sua elaboração deve ser através de uma problematização, para a elaboração de meu TCC, levando em consideração que sempre me interessei pelos problemas que envolvem a alfabetização, e pelo fato de ter me sentido muito insegura durante o período de estágio sobre qual o melhor método ou modelo a seguir na alfabetização de meus alunos, gostaria de investigar e analisar os métodos de alfabetização.
Desenvolver um trabalho que envolva as práticas em sala de aula com a teoria proposta pelos métodos, além de despertar em mim um grande interesse, aprimoraria minha formação para melhor compreender a complexidade do ato de alfabetizar.
Desenvolver um trabalho que envolva as práticas em sala de aula com a teoria proposta pelos métodos, além de despertar em mim um grande interesse, aprimoraria minha formação para melhor compreender a complexidade do ato de alfabetizar.
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